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CORREIO DO POVO Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
U
m grupo de mães de pacientes com fibrose cística enfrentou o mau tempo de ontem à tarde, junto ao Monumento dos Açorianos, na Capital, e reivindicou medicamentos para salvar a vida dos seus filhos. Portando cartazes pedindo clemência à vida dos filhos e denunciando a falta de remédios na farmácia oficial da Secretaria Estadual de Saúde (SES), as mães ficaram expostas à chuva, na expectativa de serem vistas também do Centro Administrativo do Estado, onde fica a sede da SES. A manifestação das mulheres foi silenciosa e em clima de muita emoção e desgosto, pois os medicamentos necessários, a maioria importados, estão em falta desde o começo do ano.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
Correio do Povo CORREIO DO POVO
Pais de pacientes que sofrem de fibrose cística protestaram ontem, em frente ao Palácio Piratini, contra a falta de medicamentos na Farmácia do Estado. Após conversarem com o secretário da Casa Civil adjunto, Adilson Troca, integrantes da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos (AAPMSinos) ficaram na expectativa de que o problema seja solucionado em breve. 'O governador determinou prioridade para o caso. No máximo até quarta-feira, o Adeks e a enzima Ultraze MT12 estarão na Farmácia do Estado para começar a manter o estoque', afirmou Adilson Troca. Conforme o secretário da Saúde adjunto e diretor-geral da Secretaria Estadual da Saúde, João Gabardo, hoje já estarão disponíveis na farmácia os medicamentos Adeks e Colistin para os pacientes cadastrados. Ele adiantou que um lote desses medicamentos será embarcado para o Brasil no próximo dia 2, chegando ao RS no dia 4, garantindo o estoque até o fim do ano. Quanto à enzima Ultraze MT12, Gabardo estima que chegará em duas ou três semanas. Os familiares pedem ainda a disponibilização permanente de Azitromicina 250 miligramas e Tacrolimus. Correio do Povo
CORREIO DO POVO Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
U
m grupo de mães de pacientes com fibrose cística enfrentou o mau tempo de ontem à tarde, junto ao Monumento dos Açorianos, na Capital, e reivindicou medicamentos para salvar a vida dos seus filhos. Portando cartazes pedindo clemência à vida dos filhos e denunciando a falta de remédios na farmácia oficial da Secretaria Estadual de Saúde (SES), as mães ficaram expostas à chuva, na expectativa de serem vistas também do Centro Administrativo do Estado, onde fica a sede da SES. A manifestação das mulheres foi silenciosa e em clima de muita emoção e desgosto, pois os medicamentos necessários, a maioria importados, estão em falta desde o começo do ano.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
Correio do Povo CORREIO DO POVO
Pais de pacientes que sofrem de fibrose cística protestaram ontem, em frente ao Palácio Piratini, contra a falta de medicamentos na Farmácia do Estado. Após conversarem com o secretário da Casa Civil adjunto, Adilson Troca, integrantes da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos (AAPMSinos) ficaram na expectativa de que o problema seja solucionado em breve. 'O governador determinou prioridade para o caso. No máximo até quarta-feira, o Adeks e a enzima Ultraze MT12 estarão na Farmácia do Estado para começar a manter o estoque', afirmou Adilson Troca. Conforme o secretário da Saúde adjunto e diretor-geral da Secretaria Estadual da Saúde, João Gabardo, hoje já estarão disponíveis na farmácia os medicamentos Adeks e Colistin para os pacientes cadastrados. Ele adiantou que um lote desses medicamentos será embarcado para o Brasil no próximo dia 2, chegando ao RS no dia 4, garantindo o estoque até o fim do ano. Quanto à enzima Ultraze MT12, Gabardo estima que chegará em duas ou três semanas. Os familiares pedem ainda a disponibilização permanente de Azitromicina 250 miligramas e Tacrolimus. Correio do Povo
CORREIO DO POVO Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
Manifestação silenciosa junto ao Centro Administrativo
U
m grupo de mães de pacientes com fibrose cística enfrentou o mau tempo de ontem à tarde, junto ao Monumento dos Açorianos, na Capital, e reivindicou medicamentos para salvar a vida dos seus filhos. Portando cartazes pedindo clemência à vida dos filhos e denunciando a falta de remédios na farmácia oficial da Secretaria Estadual de Saúde (SES), as mães ficaram expostas à chuva, na expectativa de serem vistas também do Centro Administrativo do Estado, onde fica a sede da SES. A manifestação das mulheres foi silenciosa e em clima de muita emoção e desgosto, pois os medicamentos necessários, a maioria importados, estão em falta desde o começo do ano.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
Correio do Povo CORREIO DO POVO
Pais de pacientes que sofrem de fibrose cística protestaram ontem, em frente ao Palácio Piratini, contra a falta de medicamentos na Farmácia do Estado. Após conversarem com o secretário da Casa Civil adjunto, Adilson Troca, integrantes da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos (AAPMSinos) ficaram na expectativa de que o problema seja solucionado em breve. 'O governador determinou prioridade para o caso. No máximo até quarta-feira, o Adeks e a enzima Ultraze MT12 estarão na Farmácia do Estado para começar a manter o estoque', afirmou Adilson Troca. Conforme o secretário da Saúde adjunto e diretor-geral da Secretaria Estadual da Saúde, João Gabardo, hoje já estarão disponíveis na farmácia os medicamentos Adeks e Colistin para os pacientes cadastrados. Ele adiantou que um lote desses medicamentos será embarcado para o Brasil no próximo dia 2, chegando ao RS no dia 4, garantindo o estoque até o fim do ano. Quanto à enzima Ultraze MT12, Gabardo estima que chegará em duas ou três semanas. Os familiares pedem ainda a disponibilização permanente de Azitromicina 250 miligramas e Tacrolimus. Correio do Povo
CORREIO DO POVO PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 13 DE MARÇO DE 2003 Dívidas impedem a compra de remédio
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m grupo de mães de pacientes com fibrose cística enfrentou o mau tempo de ontem à tarde, junto ao Monumento dos Açorianos, na Capital, e reivindicou medicamentos para salvar a vida dos seus filhos. Portando cartazes pedindo clemência à vida dos filhos e denunciando a falta de remédios na farmácia oficial da Secretaria Estadual de Saúde (SES), as mães ficaram expostas à chuva, na expectativa de serem vistas também do Centro Administrativo do Estado, onde fica a sede da SES. A manifestação das mulheres foi silenciosa e em clima de muita emoção e desgosto, pois os medicamentos necessários, a maioria importados, estão em falta desde o começo do ano.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou.
O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min.
A presidente da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos, Elizabeth Baccon, destacou que a situação é caótica. 'Temos feito uma peregrinação diária à farmácia do Estado. Num dia, o remédio vai chegar, no outro, os laboratórios não quiseram vender. Às vezes, nos dão metade de uma embalagem violada, que aceitamos porque se trata da vida dos nossos filhos', disse. Elizabeth lembra que o Estado vem descumprindo decisão judicial que obriga a SES a fornecer a lista completa dos remédios. Lígia Rodrigues Mohr, mãe de menina de 8 anos, que há um ano e seis meses submeteu-se a um transplante de pulmão na Santa Casa de Porto Alegre, estava inconformada. Sem o medicamento contra a rejeição, a filha corre risco de vida. 'Essa postura depõe contra as campanhas de doações de órgãos', lamentou. O tratamento da fibrose cística é diário e consiste em enzimas pancreáticas a cada refeição, antibióticos, antiinflamatórios, inalações, fisioterapias. A falta dos medicamentos pode ocasionar a progressão mais rápida da doença. A SES marcou ontem uma audiência com a entidade para hoje, às 15h30min. Correio do Povo CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2003 Pais protestam contra falta de medicamentos
Pais de pacientes que sofrem de fibrose cística protestaram ontem, em frente ao Palácio Piratini, contra a falta de medicamentos na Farmácia do Estado. Após conversarem com o secretário da Casa Civil adjunto, Adilson Troca, integrantes da Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Vale do Sinos (AAPMSinos) ficaram na expectativa de que o problema seja solucionado em breve. 'O governador determinou prioridade para o caso. No máximo até quarta-feira, o Adeks e a enzima Ultraze MT12 estarão na Farmácia do Estado para começar a manter o estoque', afirmou Adilson Troca. Conforme o secretário da Saúde adjunto e diretor-geral da Secretaria Estadual da Saúde, João Gabardo, hoje já estarão disponíveis na farmácia os medicamentos Adeks e Colistin para os pacientes cadastrados. Ele adiantou que um lote desses medicamentos será embarcado para o Brasil no próximo dia 2, chegando ao RS no dia 4, garantindo o estoque até o fim do ano. Quanto à enzima Ultraze MT12, Gabardo estima que chegará em duas ou três semanas. Os familiares pedem ainda a disponibilização permanente de Azitromicina 250 miligramas e Tacrolimus. Correio do Povo
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